Diário da Madrugada: Amor entre Dançarinos

Se você esta lendo essa postagem, você provavelmente já consumiu alguma historia envolvendo dança. Filmes. Series. Livros. Você também deve ter notado algo particular. O romance é um tema que sempre aparece em historias desse tipo. Para ser sincero, não me surpreende que as pessoas entendam errado a conexão formada entre dançarinos. A dança foi, por muitas eras no passado, uma arte de cortejo. Mas essa visão, de que dançarinos tendem a se apaixonsr um pelo outro, vai além de, meramente, uma consequencia historica. Uma das orimeiras coisas que um dançarino aprende, concientemente ou não, é também uma das mais difíceis lições que uma oessoa pode ter. Dança é, acima de qualquer outra coisa, uma arte de vunerabilidade. Não imports se a dança é bibliografica ou ficção. Não importa se você dança sozinho, em dupla ou em grupo. Não importa se é improviso ou coreografia. Não importa se você dança sozinho, em dupla ou em grupo. Quando a cortina abre, quando o primeiro holofote se ascende, quando a primeirs nota da musica toca.....ninguem é mais vulnerável doque o dançarino. É por isso que tantos dançarinos se recusam a dançar quando uma pessoa pede. É como se essa outra pessoa estivesse pedindo, derrepente, para o dsnçarino se tornar vulnerável na frente dela. Para a maioria das pessoas, a dança não passa de algo que se faz em um clube no meio da noite movido a alcool. Para um dançarino, dançar é o ato de tirar a armadura, independente da dança que seja.

A conexão entre dançarinos vem desse incrivel ato de ser vuneravel. Quando dois dançarinos dançam juntos, eles estão mostrando, um ao outro, seus lados mais vulneráveis. Suas cicatrizes mais profundas. Seus sorrissos mais verdadeiros. Suas lagrimas mais tristes. Mesmo quando um sorrisso é forçado para uma teatralidade, o outro dançarino ve não a coreografia, mas a pessoa por tras da mascara colocada no palco. Essa é uma experiência que a sociedade sempre tentou reservar para casais. E não os culpo. Casais são, em teoria, o porto seguro um do outro. Diversos dançarinos, inclusive, se perdem nessa demonstração de vunerabilidade e, com o tempo, percebem que os sentimentos que sentiam eram meras consequencias da natureza dessa arte tão pura. 

Esse é uma das minhas reflexões da madrugada. Uma das muitas que começarei a trazer aqui. Uma daqueles que pouco me importo com estrutura ou edição. Simplesmente, um post, para falar sobre algo que derrepente surgiu no meio dos ventos noturnos.

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